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Águas Frias (Chaves) - .... 7 dias ... 7 fotos … (27/09/2014)

Quarta-feira, 30.09.20

 

Águas Frias (Chaves)

.... 7 dias ... 7 fotos …

(27/09/2014)

 

Republicação de 27 setembro 2014, in:

https://aguasfrias.blogs.sapo.pt/2014/09/27/

 

 

 

 

Domingo

 

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... Panorâmica da Aldeia ...

 

2.ª feira

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... isolada ... no meio da vegetação ...  

 

 

3.ª feira

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  ... o núcleo da Aldeia ...  

 

 

4.ª feira

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... árvore caída ... 

 

 

5.ª feira

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... "abrigo" encravado na rocha ...

 

 

6.ª feira

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    ... A igreja matriz por entre os telhados ... 

 

 

Sábado

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  ... os cardos e o Castelo de Monforte do Rio Livre, ao fundo ... 

 

Com estas imagens, aproveito para desejar a todos uma boa semana.

 

Até Breve !!!!

 

 

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publicado por Mário Silva às 00:06

CASTELO de MONFORTE de RIO LIVRE - Águas Frias (Chaves) - PORTUGAL - republicação de 04-09-2015

Sábado, 26.09.20

 

CASTELO de MONFORTE

de RIO LIVRE

 

Republicação de 04 de setembro de 2015, in:

https://aguasfrias.blogs.sapo.pt/2015/09/04/ 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Mário Silva às 00:06

Ruas Floridas - Águas Frias (Chaves) – republicação 22 set 2012

Segunda-feira, 14.09.20

 

 

Ruas Floridas - Águas Frias (Chaves) – republicação 22 set 2012

 

 

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Republicação de 22 de setembro de 2012, in:

https://aguasfrias.blogs.sapo.pt/2012/09/22/

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Estavamos no mês de agosto ...

 

... a aldeia de Águas Frias via a sua população triplicar, (2012) ...

... os seus "filhos" e "amigos" voltavam a "casa" ...

... as ruas, cafés, casas, campos, enchiam-se de Gente ...

... havia juventude, crianças ...

... havia animação ...

 

Águas Frias sentia-se alegre com esta Gente que neste mês aproveitava para "matar saudades", confraternizar e/ou descansar num lugar sossegado e aprazível ...

 

E a Natureza, em Águas Frias, reconhecendo estas visitas, não se fez rogada e engalanou as suas ruas ... com flores.

Ruas Floridas 1_ms

 

Até a natureza, nesta terra, sabe receber quem a visita, dando o mais vistoso e agradável que possui ... o colorido e os aromas das suas flores.

Ruas Floridas 2_ms

 

Ruas Floridas 3_ms

... o conjunto entre a Natureza e as Gentes, tornou o mês de agosto um tempo especial, ...

 

Ruas Floridas 4_ms

 

Assim, deixo alguns "pingos" coloridos destas "Águas Frias"....

 

Ruas Floridas 5_ms

 

 

Ruas Floridas 6_ms

 

Agora ...

 

Onde quer que estejam ...

 

... tenham uma Vida "Florida" ....

 

                                                                          

                                                                        

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publicado por Mário Silva às 00:06

Era uma vez uma casa só ...  - Águas Frias (Chaves) – Republicação de 27-09-2007

Quinta-feira, 10.09.20

 

 

Era uma vez uma casa só ... 

Águas Frias (Chaves) – PORTUGAL

 

Republicação de 27 de setembro de 2007, in:

https://aguasfrias.blogs.sapo.pt/2007/09/27/

 

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Procurando fotos para colocar neste espaço, sobre a aldeia de Águas Frias, verifiquei que em muitas delas apareciam casas que por falta de ocupação, se encontravam em estado avançado de degradação. Embora essas imagens nem sempre sejam as mais esteticamente agradáveis para o observador, elas representam um Passado e Vida da aldeia e, certamente, têm uma História repleta de estórias para contar.

Como não conheço as suas verdadeiras histórias, vou tomar a liberdade de contar uma história imaginária de uma casa imaginária, que bem poderia ser a de uma qualquer casa inabitada de Águas Frias ou de outra qualquer aldeia de interior destas terras a Trás-os-Montes plantada.

***

Nota: As fotos que acompanham a história servem somente como ilustração e serviram tão somente de inspiração, não correspondendo necessariamente ao conteúdo da história (imaginária ??)

***

“Era uma vez uma casa, … uma casa agora velha, usada, marcada pelo passar tempo, pela vida dos que lá viveram, … uma casa levantada, pedra a pedra, com o esforço e suor, que se foi acomodando consoante as necessidades das pessoas que nela habitaram.

Hoje, a casa está só (embora no meio de muitas outras … ora como ela  … ora exaustas pelo rigor dos tempos e se deixaram abater … ora metamorfoseando-se pelas novas técnicas, dando-lhes a dignidade que merecem ou escondendo as suas origens e tentando “civilizá-las” com materiais que as deixam com ar estupefacto….

Casa só (1)_ms

Ela sente-se só … vazia, mas …com milhares de sonhos daqueles que lá dormiram nos seus quartos …que correram nos seus corredores, que se inebriaram nas suas adegas … que correram nos seus corredores … que cruzaram as suas portas …que observaram o “acontecer o mundo” através das suas janelas …

Casa que foi, em tempos que já lá vão, o centro de tudo (para quem lá viveu).

Hoje, … está só …

…mas foi durante décadas, um projeto de vida, o centro da existência de tantas pessoas, de tantas gerações.

…foi o íman aglutinador da família …

 

A casa que rejubilou com os nascimentos, sofreu com as maleitas, chorou com as mortes, fomentou amores, e até …

 

A casa, agora, foi abandonada do riso das crianças, que corriam pelos corredores, no jogo da apanhada ou fazendo traquinices aos irmãos …

 

A casa é agora apenas uma ténue ideia do que foi no passado.

Casa só (2)_ms

A casa é hoje uma névoa onde habitam fantasmas, uma ruína curvada pelo peso de vidas passadas, uma história contada nas rugas dos materiais que se vergam e caem … no pó.

 

Sob a mantilha desse passado está a vida silenciosa desse espaço que não fala por palavras nem por gestos, mas pelo passar dos dias e dos anos.

 

A casa é todo um universo. A casa é toda a ideia que se fez dela, as estórias que se contaram de uns para outros, de tempo para tempo.

Foi e é, todo um desejo de eternidade, cravado no granito das suas paredes …

Hoje a casa está só, … sem ninguém, … vazia de si mesma e vergada pelas emoções, afetos, vivências que silenciosamente partilhou.

 

Afinal, o que fica das coisas sem vidas que as habitem?

 

Somente pedras …, que apesar de serem somente matéria inanimada, podem mostrar-nos toda uma Vida."

 

                                                          🏚

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publicado por Mário Silva às 00:37

  Da janela ... (em 15 de setembro de 2007) - Águas Frias (Chaves) - PORTUGAL

Domingo, 06.09.20

 

 

                         Da janela ...

Republicação de 15 de setembro de 2007, in:

https://aguasfrias.blogs.sapo.pt/2007/09/15/

 

É, de facto, um privilégio, poder abrir a janela e depararmo-nos com uma paisagem destas ... é Águas Frias.

Da janela 2_ms

É soberba a mistura dos variados tons da paleta das cores da natureza:

- os verdes dos feijoeiros, devidamente, e quase geometricamente, alinhados, dos campos de milho, dos verdes das copas das árvores;

- os vermelhos e laranjas dos telhados novos ou velhos;

- os castanhos claros do restolho;

- os variados castanhos da serra de Mairos pintalgada com o seu casario;

- o cinzento claro do fumo lançado pelas chaminés, demonstrando a existência de Vida (e que o tempo, mesmo em Agosto, nada tinha de abrasador);

- o azul do céu pincelado de alvas nuvens;

- o branco debruado a cinzento do granito da torre sineira do igreja;

- ...

Se eu fosse pintor, gostaria de pintar uma paisagem destas, ....

Ela consegue transmitir-nos, em doses comedidas, paz, meditação, contemplação, ...

 

Com esta paisagem veio-me à memória um poema de Alberto Caeiro, que, porventura, até contrasta com o que acabei de escrever, mas de qualquer forma, gostaria de partilhar com quem por aqui possa passar.

 

Filosofia da janela fechada

Não basta abrir a janela

Para ver os campos e a serra.

Não é bastante não ser cego

Para ver as árvores e as flores.

É preciso também não ter filosofia nenhuma.

Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.

Há só cada um de nós, como uma cave.

Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;

E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,

Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.

                                                                                                                                           Alberto Caeiro (1925)

 

                                                🖼

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publicado por Mário Silva às 00:06






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